Cantinho Geek

15 junho, 2018

[Notícia] Lucifer estará de volta nas telinhas
junho 15, 20180 Comentários

É isso mesmo, não é click bait, a série que havia sido cancelada pela sua produtora FOX foi resgata pela NETFLIX e terá a 4º temporada.

Para os fãs que estavam totalmente desolados pela notícia que a série havia sido cancelada em maio pela Fox agora respiram aliviados.

A notícia foi divulgada no Twitter oficial da Série como podem ver abaixo.


A série já conta com 3 temporadas e somam 55 episódios no total. 
Então você ai que é fã comemore e agradeça a nossa Crush NETFLIX.

Para acompanhar as outras temporadas caso não tenha assistido ainda, iremos deixar aqui abaixo o link para vocês.
Sinopse: Entediado e infeliz como o Senhor do inferno, Lúcifer (Tom Ellis) abdica seu trono e abandona seu reinado para viver na atordoada Los Angeles. Lá, ele dá início a outro empreendimento: um Piano-Bar chamado Lux.

Até breve!



14 junho, 2018

[Série] 13 Reasons Why - Segunda Temporada
junho 14, 20180 Comentários
Fala galera! Estou de volta para mais um review de série e hoje vamos falar sobre a segunda temporada de 13 Reasons Why. A primeira temporada fez muito sucesso, foi a série mais comentada no twitter no ano passado e dividiu opiniões. Se você não acompanhou a primeira temporada vou te colocar a par do assunto: conhecemos a história de Hanna Baker (Katherine Langford) que se suicidou e deixou fitas para 13 pessoas que foram os 13 motivos para o seu ato. Ela deixou essas fitas não para torturá-los, apenas para que eles soubessem que suas atitudes a fizeram perder o ânimo de viver. E aí em cada episódio vamos acompanhando quem são os motivos e o que fizeram.


A série é uma adaptação do livro homônimo de Jay Asher e visa mostrar um retrato dos problemas vividos por adolescentes no ambiente escolar. Temos além da fortíssima cena de suicídio, cenas de estupro também. A Netflix recebeu algumas críticas pelas cenas tão fortes e sem muitos avisos. Nessa segunda temporada os avisos aumentaram. Logo de início os atores alertam para aqueles que sofrem de depressão ou passam problemas semelhantes não devem assistir a série desacompanhando e os avisos continuam durante toda a temporada sempre que temos cenas impactantes. Com a renovação da série, surgiram muitas opiniões sobre a necessidade de uma nova temporada. E nossos temores estavam certos. Aquela história que tinha um arco fechado e deixava apenas alguns questionamentos finais apresentou muitos problemas em seu segundo ano que muitas vezes descaracterizaram toda a história. Além do distanciamento do roteiro do livro, o que já era esperado.


A segunda temporada começa cinco meses depois dos acontecimentos do primeiro ano. Mostrando como está a vida de cada um dos porquês e as consequências após a morte Hanna. Alex Standall (Miles Heizer) sobreviveu à sua tentativa de suicídio, mas com sequelas como perda de memória e problemas para andar. Justin Foley (Brandon Flynn) foi morar nas ruas e se tornou viciado em heroína; Olivia Baker (Kate Walsh) está processando a escola Liberty pela negligencia com os sinais dados por Hannah e pela tolerância do colégio com o bullying e ainda lida com o fim de seu casamento com Andy (Brian d'Arcy James). Jessica Davis (Alisha Boe) tenta superar o abuso sexual sofrido por Brice (Justin Prentice). Hanna também volta nessa temporada, não só em flashbacks dos envolvidos como também como um espírito que agora conversa com Clay Jensen (Dylan Minnette). Sabemos que esse recurso foi utilizado para aproveitar a atriz, mas muitas vezes soa forçado. Quanto mais abalado Clay fica, mais Hanna aparece. E isso permanece até o rapaz a encarar como sua redenção e Hanna encontrar a dela.


Durante os novos 13 episódios vamos acompanhando o julgamento e conhecendo novas versões para a história contada pro Hanna. O problema é que alguns fatos são tão importantes que não faz sentindo a omissão deles nas fitas de Hanna, vide o caso com Zach (Ross Butler). Mesmo que o roteiro tente, essas “novas informações” muitas vezes soam como soluções inventadas para apresentar algo novo e como furos e não fazem sentido. A temporada tem momentos bons e emocionantes, como a relação de Clay e Justin, quando Hanna finalmente vai embora e a cena final no baile com os amigos juntos. Mas ainda assim não justifica a sua existência. Esse ano abordou temas como machismo, abuso, uso de armas de fogo e impunidade. Quis colocar ainda mais o dedo nessas feridas. E fez isso com Tyler (Devin Druid) abordando a violência e o abuso sexual feitos por homens contra outros homens.


A série conseguiu libertar Hanna e agora tivemos a notícia que foi renovada para uma terceira temporada. A série melhorou na questão de fazer uma campanha contra o suicídio e mostrar que sempre temos motivos para viver. O problema são os episódios arrastados. Não precisávamos de 13 novamente, nem na primeira temporada foi necessário. O recurso das fotos polaroid para apresentar um novo mistério também não empolga muito. Enfim, foi uma temporada bem fraca e desnecessária. Não estou animado para a próxima e a série precisa melhorar muito para que nos prenda no próximo ano. E você, o que achou da temporada? Conta aí para a gente!


Por: Rodrigo Fonseca
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13 junho, 2018

[Resenha] Dentes de Dragão - Michael Crichton
junho 13, 20180 Comentários












E ai geek's tudo bem??

Hoje trago para vocês a resenha do livro Dentes de dragão lançamento da Editora Arqueiro, o livro é do autor Michael Crichton que escreveu também nada mais nada menos do que o grande Jurassic Park. 

Vamos lá! 
Nesta resenha vou utilizar a cor vermelha para destacar os principais personagens e as cidades citadas.


A história se passa nos Estados Unidos nos anos de 1800, o personagem principal é William Johnson que é um rapaz rico vindo de uma família da Filadélfia e que sai de casa para estudar em Yale na Yale College

Johnson é um rapaz talentoso, bem-apessoado, atlético e competente de acordo com o diretor da Yale, o rapaz porém é um pouco rebelde e passa por aquela fase de transição entre a vida de adolescente para a vida adulta e seu pai faz de tudo para que o rapaz venha a se tornar um homem o mais rápido possível, afinal ter que pagar os prejuízos do filho já estava ficando caro.

Porém nem tudo em Yale era como Johnson queria e como sempre há um rival a sua frente, no caso de Johnson era um outro aluno chamado Harold Hannibal Marlin que tinha a mesma idade de Johnson e características bem parecidas, Harold veio de Nova York e se achava superior em todos os aspectos, ambos viviam travando discussões e apostas.

Tinha apenas um feito de Harold que Johnson ainda não havia conseguido, ir ao Oeste, o Oeste do EUA naquela época era uma localidade selvagem onde vivam os índios e ainda estava em colonização, então todo branco (como era chamado o povo que não era índio) que pisava naquelas terras ou morria ou voltava bem calejado da guerra, porém como Harold tinha um irmão que morava em Kansas City ele já havia visitado parte do Oeste, porém uma parte não tão perigosa. Então Harold desafiou Johnson a ir ao Oeste e se o mesmo conseguisse pagaria Mil dólares a ele, lembrando que em 1800 isso era muita grana.



Johnson a partir dali desistiu de sua viagem de férias para a Europa e mudou o destino para o OESTE. Assim começa a aventura, porém surgiu uma dúvida, como ele conseguiria ir ao Oeste? Johnson conversou com seus pais e sua mãe desaprovou totalmente com medo de que seu filho fosse morto pelos índios, porém como o pai de William Johnson queria o filho amadurecesse o incentivou a ir, Johnson então encorajado pelo pai descobriu que um professor de Paleontologia de Yale estava marchando para o Oeste em busca de fósseis de dinossauro e pediu ao professor para acompanha-lo, porém no inicio foi negado, até que Johnson mentiu ao professor dizendo que sabia fotografar e então foi aceito no grupo, porém o mesmo teve que fazer um breve curso de fotografia escondido do professor Marsh para aprender o trabalho, naquela época um fotografo era visto igual um pião então o mesmo não tinha reconhecimento pelas suas atividades.

Marsh como Johnson também tinha um rival, o seu nome era Edward Drinker Cope mais conhecido como Cope, um professor de Paleontologia tão bom quanto Marsh e que vinha da Filadélfia assim como Johnson, porém o professor de Johnson guardava um grande rancor do Cope e contou várias histórias absurdas sobre o seu rival que futuramente se mostrariam como mentiras esfarrapadas.

Opinião: EU ODEIO O MARSH aquele tipo de personagem chato ahshash.


Johnson começa sua expedição junto a Marsh marchando para o Oeste porém o professor desconfia que Johnson é um vigarista que esta trabalhando para Cope e que apenas quer recolher informações para o rival. Então Marsh decide deixa-lo para trás e isso já depois de um grande pedaço da viagem, o menino foi deixado em Cheyenne uma cidade pacata porém que havia alguns arruaceiros e pistoleiros. Lá Johnson acaba conhecendo uma moça chamada Lucienne e se apaixona, ela trabalhava dançando em boates e saindo com clientes. 

E na mesma cidade Johnson conhece Cope que está indo em busca de fósseis assim como Marsh e convence John a ir, o professor Cope conta todas as verdade sobre ele a qual Marsh havia mentido, e apresenta John ao seu grupo. Eles partiram para o Oeste atravessando várias barreiras para conseguirem chegar ao território de exploração, o professor Cope é extremamente inteligente e ao mesmo tempo pavio curto, vire e mexe estava brigando e batendo em alguém até mesmo em um Xerife que foi se engraçar para cima do mesmo.


O território aonde John foi explorar junto com o professor era rota de uma das tribos indígenas mais perigosas daquela região os chamados Sioux, eles matavam com muita crueldade todos os brancos que passavam a uma distância de 2 km deles.

Depois de passaram vários dias explorando Johnson acabou fazendo uma grande descoberta, os dentes de um dinossauro e que prometia ser a maior descoberta dos tempos. 


A partir daqui eu não vou contar mais sobre a história só alguns pontos que eu achei importante.

1º Até agora eu não entendi o motivo que do nada na história eles passam a chamar o dente de dinossauro de dente de dragão, ainda acredito que seja apenas uma jogada de marketing para alcançar um público diferente.

2º O livro é muito fácil de ler, o escritor é genial na forma com que escreve a história. 

3º Eu pessoalmente gostei do final do livro acho que foi coerente e bem resolvido.


Bom é isso, espero que essa resenha tenha trazido um pouquinho de curiosidade para vocês conhecerem o livro, o mesmo tem várias partes reais então vários personagens realmente existiram e fazem parte da história dos Estados Unidos, os povoados indígenas também são reais e a guerra que eles passavam contra o exercito americano que foi nada mais do que um genocídio em busca de ouro também é real.

Então se você também tem curiosidade em conhecer um pouco mais sobre a história americana eu super recomendo.

Esperam que vocês tenham gostado da resenha, caso já tenham lido o livro ou tem interesse em ler deixa ai nos comentários sua opinião e o que acharam do mesmo.

Obrigado por ler até aqui!!
Nota 5/5

12 junho, 2018

Filme As Boas Maneiras
junho 12, 20180 Comentários
Fala galera! Hoje vou falar sobre o filme As Boas Maneiras de Juliana Rojas e Marco Dutra. Além de conquistar a "Première Brasil", incluindo "Melhor Atriz Coadjuvante" para Marjorie Estiano e "Melhor Fotografia", o filme ainda levou o "Prêmio da Crítica Fipresci" e o "Prêmio Felix" no Festival do Rio. E já havia tido menções especiais no Austin Fantastic Fest e do Biarritz International Festival of Latin American Cinema, "Prêmio da Audiência" em L’Etrange Festival e "Prêmio Especial do Júri" no Locarno International Film Festival. Ou seja, o filme anda causando burburinho por onde passa!


Na história, Clara (Isabél Zuaa) arruma um serviço de babá na casa de Ana (Marjorie Estiano) e deixa a periferia para cuidar de Ana que mora sozinha depois que engravidou de um homem que não era seu noivo e foi deserdada pelo pai fazendeiro. Clara começa a perceber um comportamento estranho de Ana durante as noites de lua cheia, uma sede por sangue e carne, os olhos que brilham a noite, sonambulismo. Tudo ligado ao bebê que carrega. A relação das duas começa a evoluir e Ana passa a ver Clara como uma confidente, depois parceira e finalmente compartilha o seu segredo misterioso e sangrento.


O filme é divido em duas partes: a gravidez e o crescimento do bebê de Ana. E fica ainda mais interessante após esse acontecimento e a narrativa se concentra em Clara. Não vou falar muito para não dar nenhum spoiler, porque esse é um filme que surpreende muito! As atrizes estão ótimas no papel e o garotinho que faz o lobinho é fantástico. A cena do nascimento de Joel é sensacional! E as cenas seguintes continuam nos impactando, como a alternativa encontrada por Clara para prender o menino em noites de lua cheia e seu trabalho quando o garoto volta ao normal.


O filme consegue ser um drama, nos fazer pensar em muitas questões, ainda assim nos faz rir e nos deixa tensos com as cenas de suspense e terror. Até as músicas e os recursos de HQ utilizados combinam com a proposta. Os efeitos especiais também são bons. Enfim, eu só tenho elogios para esse filme! É muito bom ver o cinema brasileiro sair da zona de conforto (comédia) e apostar em outros gêneros. Com certeza se tornará um clássico cult do terror. Assistam! Se já assistiu comenta aí o que achou!


Confiram o trailer!


Por: Rodrigo Fonseca
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09 junho, 2018

Unboxing - Tag Curadoria de Junho
junho 09, 20180 Comentários

Oieee!! Acho que nunca tinha feito um vídeo de unboxing no canal e decidi fazer da Tag curadoria do mês de junho, neste mês o livro é de literatura japonesa. Venha ver o que veio no kit.

Não se esqueça de deixar o seu like e comentário, nos ajuda muito *-*


[Resenha] Um beijo à meia-noite - Eloisa James
junho 09, 20180 Comentários

Acredito que na resenha do livro Quando a bela domou a fera eu tenha mencionado o quanto me tornei fã da autora Eloisa James e se não mencionei fica registrado aqui. No começo eu estava com um pé atrás com este volume, pois o primeiro havia sido tão bom e algumas pessoas disseram que o segundo não era tão bom assim, mas me surpreendi. O livro começa um pouco lento mesmo se você considerar que o volume 1 é bem rápido quanto a mocinha se encontrar com o mocinho, mas acredito que neste livro foi necessário. Acho que se não tivesse visto as críticas negativas eu não teria achado o comecinho do livro paradão, mas achei. Acontece que o começo do livro é justamente para apresentar os personagens e mostrar ao leitor como eles vivem, fazê-lo sentir-se na pele dos personagens. É o que acontece e assim que passa esse momento de introdução nos vemos completamente imersos em um magnífico romance entre Kate e Gabriel. Se você gosta de romances de época tanto quanto eu, então não pode perder essa resenha, ainda mais porque Um beijo à meia-noite é baseado no conto de fadas de Cinderela, mas de um jeito novo e gostoso de ler.


Kate Daltry, assim como nossa querida Cinderela, perdeu sua mãe muito cedo, seu pai logo se casou e a mulher tinha uma filha. No entanto, Victoria é um amor de pessoa e não concorda com o que a mãe, Mariana, faz com a sua meia irmã. Katherine ou Kate vive no sótão, usa roupa de criados e administra a propriedade pois Mariana havia demitido quem o fazia. Ela não teve tempo para debutar e nunca foi apresentada para a sociedade, assim, não tivera uma boa instrução e nunca aprendera etiquetas ou a dançar.

Kate já estava acostumada a viver como uma criada e se vê surpresa ao ter que viajar no lugar de Victoria e ir convencer o príncipe de aceitar o seu casamento. Victoria levou uma mordida de cachorro nos lábios e não pode aparecer em público, no entanto, o casamento entre ela e Alguie só seria realizado caso o príncipe - parente de Alguie - desse o seu aval. Como ela não pode ir, Kate deverá ir no lugar da irmã e fingir ser ela, e sim, ela acaba descobrindo que Victoria não é só sua meia-irmã, mas sim uma irmã de verdade, pois Mariana era amante de seu pai.

Meio sem jeito Kate acaba indo. Os vestidos de Victoria não cabem muito bem em seu corpo pois ela está magra e sua pele é bem bronzeada e queimada pelo sol. O disfarce é perfeito, no entanto, o príncipe fica dando em cima dela em uma tentativa de esquecer de seu noivado arranjado, mas Kate não é como as outras damas, pela forma que foi criada ela não tem pregas na língua e diz tudo na cara do príncipe convencido.

— Não consigo imaginar por que acharia que suas preferências têm alguma importância no que diz respeito ao meu penteado. Isso seria tão estranho quanto supor que eu tenho algum interesse no seu cabelo.
Página 67.

Por um deslize de sua aia, o príncipe Gabriel acaba descobrindo que Kate está fingindo ser Victória, mas ele acredita que ela é apenas a filha do leiteiro e não uma herdeira. Gabriel se vê apaixonado por Kate, mas sua noiva - a quem havia sido destinado - está chegando e eles tem apenas alguns dias para ficar com Kate.

Claro que no início, como todo romance, eles não aceitam que estão apaixonados um pelo outro. Várias situações acontecem, situações divertidíssimas que me fez dar várias gargalhadas. As cenas entre Gabriel e Kate são apimentadíssimas, fazendo com que o leitor acabe soltando alguns suspiros. 

Kate faz amizades e conhece a sua madrinha Henry - apelido de um nome estranho - que a reconhece de imediato. Para não ser desmascarada na frente de todos ela acompanha a mulher até o quarto e confessa tudo. Sua madrinha demonstra ser uma mulher carinhosa e dali em diante trata Kate como se fosse sua filha, uma filha que nunca pôde ter.

Assim como o primeiro volume eu consegui ler este em um único dia! A leitura é leve e divertida, e como adoro romances picantes eu ficava ansiosa pra ler logo heheheh. O próximo volume se chama A duquesa feia e é uma releitura de O patinho feio. Nunca havia visto uma releitura deste conto em específico, então, estou bem curiosa!

E você? Já leu Um beijo à meia-noite?






07 junho, 2018

[Filme] Viva - A Vida é uma Festa
junho 07, 20180 Comentários
Fala galera! Hoje vamos falar sobre uma animação que me emocionou muito: Viva – A Vida é uma Festa (Coco – título original). Amo os filmes da Pixar e eles acertaram em cheio com essa história que aborda os vários tipos de morte: a morte natural, a morte por acidente e a morte por esquecimento. Pode parecer um assunto delicado para ser abordado com o público infantil, mas tudo é feito de forma leve e delicada.


Na história, Miguel é uma criança apaixonada por música, mas na sua família é algo proibido devido um trauma. Seu tataravô abandonou a esposa e os filhos para seguir a carreira artística, fazendo a família também transferir seu ódio para tudo que envolva essa arte. Miguel é fã do cantor Ernesto de la Cruz e sonha em se tornar um músico feito ele.


Apesar da proibição, Miguel tem um esconderijo onde toca sua viola quebrada e assiste apresentações do seu grande ídolo já falecido. Após uma série de acontecimentos, Miguel prefere ser rejeitado pela família para seguir sua vocação para a música. Só que o garoto é transportado para a Terra dos Mortos. Calma, vou explicar melhor!


Na celebração do Día de los muertos, acredita-se que as almas voltam para visitar seus entes queridos. Por isso, as pessoas constroem altares para preservar suas memórias e colocam comida de oferenda. Ao tocar o violão do seu falecido ídolo De la Cruz, Miguel é transportado para essa dimensão habitada por aqueles que ainda são lembrados no mundo dos vivos. A partir daí acompanhamos a jornada dele em busca da bênção de Ernesto de la Cruz que ele acredita ser seu tataravô. Nessa jornada ele contará com o auxílio do interesseiro e divertido Héctor.


Claro que Miguel precisará correr contra o tempo para não ficar preso na Terra dos Mortos para sempre. Um outro detalhe é que quando não tem pessoas no mundo dos vivos que se lembram dos antepassados falecidos eles deixam de existir e não visitam mais a terra no Día de los muertos. Nessa jornada Miguel aprenderá várias lições sobre família, legado e perdão.


Esse é o primeiro filme da Disney totalmente no México e dedicado à cultura mexicana. Temos várias reviravoltas, bem dignas das telenovelas. Os antepassados que retornam no Dia dos Mortos estão forma de esqueletos, mas com roupas e maquiagem. Temos até a presença de Frida Kahlo!


As músicas do filme são outro show à parte. Sem falar que as versões em português das animações da Disney / Pixar muitas vezes ficam mais legais do que as originais! Contagiantes e tocantes. Inclusive, a principal dela Remember Me (Lembre de Mim) ganhou o Oscar de Melhor Canção Original.



Viva – A Vida é uma Festa é um filme para adultos e crianças, um filme para a família. Um filme sensível e que nos faz chorar e refletir muito. Sem dúvidas, um dos melhores que já vi! E você já assistiu? Conta para a gente o que achou nos comentários!


Por: Rodrigo Fonseca
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